Segundo a mitologia grega Têmis era a deusa da Justiça, da lei e da ordem e protetora dos oprimidos. Inicialmente, Têmis era representada como uma divindade de olhar austero e segurava uma balança em uma das mãos, e, em outra, uma cornucópia (uma espécie de espada). A imagem da Têmis, como conhecemos hoje, passou a ter a venda nos olhos por criação de artistas alemães do século XVI. A faixa cobrindo-lhe os olhos significava imparcialidade: ela não via diferença entre as partes em litígio, fossem ricos ou pobres, poderosos ou humildes, grandes ou pequenos.


FONTE: http://webmais.com/os-olhos-abertos-de-temis/

Diké (ou Dice) filha de Zeus com Têmis, é a deusa grega dos julgamentos e da justiça (a deusa correspondente, na mitologia romana, é a Iustitia), vingadora das violações da lei.

Era uma das Horas. Com a mão direita sustentava uma espada (simbolizando a força, elemento tido por inseparável do direito) e na mão esquerda sustentava uma balança de pratos (representando a igualdade buscada pelo direito), sem que o fiel esteja no meio, equilibrado. O fiel só irá para o meio após a realização da justiça, do ato tido por justo, pronunciando o direito no momento de "ison" (equilíbrio da balança). Note-se que, nesta acepção, para os gregos, o justo (Direito) era identificado com o igual (Igualdade).

É representada descalça e com os olhos bem abertos (metaforizando a sua busca pela verdade).



FONTE: Wikipedia

Indice

domingo, 9 de maio de 2010

Um aviso a todos(3, quando muito) meus leitores de plantão: Crossroads, fime de 1986 tambem traduzido como " A Encruzilhada", é um filme EXCELENTE. Desde o momento em que o baixei em um blog, processo que me custou uma tentativa totalmente fail e longas horas de espera, graças à minha internet velocidade de caramujo, já o assisti 7 vezes. Sim, SETE vezes, e ainda acho pouco, sei que o assistirei muitas e muitas vezes mais, da mesma forma que ouvimos repetidas vezes uma música para apreciarmos diferentes nuances em cada nova reprodução.Não costumo fazer isso com qualquer filme, apenas com os que realmente me passam algo de valor.











Agora, um aviso aos que, como eu, são reais apreciadores de blues, sempre em busca de mais e mais informações sobre esse gênero musical que é oriundo de muito, muito tempo atrás dos Estados Unidos, pelas mãos e mentes dos negros pobres e sofridos, funcionando como uma canção de lamento de tais pessoas: Crossroads, ao meu ver, jamais será superado por outro filme que venha tratar do tema "Blues". É um filme com uma fórmula perdida, única, que jamais será terá um "rival" à altura. Nesse caso, é assistir o filme e esperar para ver se, futuramente, conseguirão a proeza de produzir um filme que seja mais marcante que esse ao tratar do Blues, dos homens que foram responsáveis pela sua imortalização e dos produtos que geraram no cenário musical futuro.
























Eugene(Ralph Macchio, que fez o Daniel Larusso em Karate Kid) é um estudante de guitarra e real apaixonado pelo Blues e suas lendas, tais como Sonny Boy Willianson, Willie Fulton, John Lee Hooker e, talvez acima de todos, o grande e mítico mestre Robert Johnson, sobre o qual se construiram tantas lendas, entre elas, a de que teria vendido em uma encruzilhada a alma ao Diabo, em troca de seu sucesso com o Blues.






Descobrindo em um asilo o paradeiro de um velho e importante gaitista negro do Blues, Willie "Blind Dog" Fulton(Joe Seneca), antigo amigo do próprio Robert Johnson, o garoto o procura para que, juntos, possam empreender uma busca atrás da música inédita de Robert(já que, teoricamente, Robert tinha um contrato para gravar 30 músicas, mas apenas 29 vieram a ser gravadas e conhecidas). A partir daí, ambos iniciam uma jornada atrás da encruzilhada onde Robert Johnson e Willie Fulton teriam vendido suas almas pelo sucesso, cada qual com seus próprios motivos.














Do início ao fim, o filme "transpira" Blues. Desde a constante trilha sonora regada à composições do habilidoso bluesman Ry Cooder, até as paisagens do Mississippi, grande berço de importantes nomes do Blues, o filme deixa transparecer inúmeras referências ao gênero, como os CDs e reportagens que Eugene guarda, a introdução mostrando o próprio Robert Johnson, a própria trilha sonora que sempre traz o melhor do Delta Blues. Tenho que dizer que, durante a vida, vi apenas uns 3 ou 4 filmes com o tema, mas, já adianto que esse é o que faz as referências mais diretas e consistentes. E, como apaixonado pelo gênero, como o próprio personagem Eugene, fiquei bem criterioso quanto a isso, e em nada o filme me decepcionou, pelo contrário. À cada vez que revejo o filme, mais tenho vontade de pegar meu violão, tacar uma mochila nas costas e ir para o interior dos E.U.A em busca de mais e mais conhecimento sobre o Blues, pelo qual tenho tanta paixão desde os 12 anos, quando comecei a me interessar de verdade por Rock e Blues ao ouvir The Doors, uma excelente banda que mesclava na dose certa os dois gêneros, guiada pela presença marcante e pelo vocal hipnotizante do falecido vocalista Jim Morrison, cantor, poeta e trovador.






Mas essa história fica pra próxima. Apenas recomendo que, se não gosta ainda de Blues, assista o filme e veja se um novo interesse pode nascer em você, embalado às cantigas dos velhos trovadores negros do Mississippi, com seus lamentos de amores perdidos, de vidas sofridas e de histórias marcantes. E, se gosta, veja uma marcante história de aprendizado, de paixão e de décadas de poesia cantada, que talvez reforcem seu apreço pelo Blues, um estilo tão fundamental para a criação do próprio Rock ´n Roll.















SPOILER Como um bônus inestimável, o final guarda uma surpresa: Eugene, o jovem est udante de guitarra, enfrenta em um clube um guitarrista que tambem teria vendido a alma ao diabo, representando no filme pelo ator Robert Judd. O tal guitarrista? Ninguem menos que o virtuoso Steve Vai, realmente dando um show no filme com todo seu talento à mostra. O jovem garoto estudante de guitarra x Steve Vai, o guitarrista do Diabo. Quem vence? Assista o filme, é uma verdadeira batalha de guitarras, algo incrível... FIM DO SPOILER

quinta-feira, 29 de abril de 2010

    1:45 da manhã.
    Um solitário no Pc, insône, faminto por novidades e entediado, precisando escrever algo para atualizar dignidamente seu quase esquecido blog, e sem idéias. Eis que esse entediado insône fuça uma página qualquer na net e acaba parando numa notícia que ele já havia visto: Cd de Slash e convidados.
     Pois bem. Há algum tempo atrás, esse ser desprovido de sono em uma horário tão impróprio, horário no qual as criancinhas já estão dormindo para acordar bem e os crescidinhos estão dormindo para partir para um dia de labuta, já havia escutado umas 3 ou 4 músicas desse tal Cd novo do guitarrista Saul Hudson, conhecido unanimamente não como Saul Hudson, mas com a famosa alcunha de Slash. E, convenhamos, se você não esteve passando férias em um dos anéis de Saturno nos últimos 25 anos, sabe que Slash é: ex-guitarrista da banda Guns ´n Roses, ex-guitarrista da banda Slash´s Snakepit(oh que moral, bandinha com seu nome, tambem quero, só falta aprender a tocar e ter um ou dois escândalos na "vida pessoal" e na "vida artistica"), guitarrista em animação suspensa da banda de Velvet Revolver e pau-pra-toda-obra de cantores que precisem de um guitarrista pra uma parceiria.
     Enfim, havia ouvido superficialmente as músicas desse tal Cd e, mesmo admirando profundamente o trabalho de Slash, no qual uns 70 % da população costumam meter o pau taxando de músico medíocre, não havia tido a decência de parar, prestar atenção e analisar friamente, música por música, esse famigerado Cd. Até que enfim o fiz.
     E me surpreendi gratamente: o tal Cd é bom! Embora se mantenha apenas no mediano durante boa parte de sua extensão, gratas surpresas me fizeram admirar essa iniciativa do cabeludão de cartola e me encantar com algumas das parceirias que ele realizou no disquinho.
    Portanto, na falta de um outro tema por agora,  com a companhia deliciosa de todas minhas madrugadas(não, não é uma namorada atenciosa e sedutora, infelizmente, é apenas café preto, amargo e forte ao extremo), resolvi tentar, como leigo total na parte "ténica" da música, analisar o que captei do Cd. Procurarei não me ater demais ao que achei mediano, apenas destacarei o que de forte apareceu nesse álbum.
















‘Ghost’ (part. Ian Astbury, do The Cult)
‘Beautiful Dangerous’ (part. Fergie, do Black Eyed Peas)
‘Nothing To Say’ (featuring M Shadows, do Avenged Sevenfold)
‘Crucify The Dead’ (featuring Ozzy Osbourne)
‘Promise’ (featuring Chris Cornell, do Audioslave)
‘By The Sword’ (featuring Andrew Stockdale, do Wolfmother)
‘Doctor Alibi’ (featuring Lemmy Kilminster, do Motorhead)
‘Saint Is A Sinner Too’ (featuring Rocco De Luca)
‘Watch This’ (featuring Dave Grohl and Duff McKagan, do Foo Fighters e do Velvet Revolver, respectivamente)
‘I Hold On’ (featuring Kid Rock)
‘Gotten’ (featuring Adam Levine, do Maroon 5)
‘We’re All Gonna Die’ (featuring Iggy Pop)
‘Starlight’ (featuring Myles Kennedy, do Alter Bridge)



 ."Ghost", com a participação de Ian Astbury, do The Cult. Foi a última do CD que ouvi, e a primeira que comecei a amar. Com Ian, não haveria de ser de outro jeito: o vocal simplesmente se encaixa perfeitamente no clima da música, algo que me faz pensar de cara nos anos 80. Me trasminte uma sensação nostálgica, deliciosa. Riffzinho grudento, hipnotizante, achei a melhor do CD, disparadamente. Dá saudade de ficar ouvindo os albuns do The Cult a tarde toda...




 ."By the Sword", com a participação do ex-cabeludo(para tristezas de muitAs)vocalista/guitarrista da banda Australiana de Hard Rock Wolfmother, Andrew Stockdale. Falem o que quiser da voz de Andrew, taxem-na de irritante, enjoativa, desafinada, mas eu curto pra caralho o vocal do cara, ainda mais somado com todo o instrumental da banda Wolfmother, que traz todo aquele clima "anos 70", muslcalmente falando, relembrando bandas excepcionais que não são mais criadas, como Led Zeppelin, Black Sabbath, The Who, etc.
      Nessa música, somada a uma pegada do jeito que Slash está acostumado a fazer, com uma pentatônica básica porém marcante, a voz de Stockdale dá o tom perfeito à uma música bem ritmada, de refrão simplesmente cativante e chiclete, com um agradável trabalho de Bateria. Stockdale segura bem os agudos, com seus "gritinhos" à la Syndel(quem conhece Mortal Kombat, sabe do que estou falando , hehe), mas que não me desagradaram em nenhum momento. Destaque tambem para o solo de Slash, um solo para se ouvir, sentir e adorar.




   ."Beautiful Dangerous", com a participação da Pop Fergie. Aqui, a maior surpresa do Cd, para mim: junto com outras cantoras que não aproveitam do jeito certo seus talentos, como Shakira, Cristina Aguilera e Alanis Morissete, Fergie mostra que está muito a frente de vários pseudo-roqueirinhos e pseudo-roqueirinhas por aí. Ela manda BEM, MUITO BEM ao tentar dar seu jeito de emular um vocal puxado pro Hard Rock, criando um resultado bem agradável aos ouvidos(pelo menos aos meus ouvidos), mostrando que tem potencial vocal e jeito pra coisa. Por isso, aviso desde já: criticar sem conhecimento de causa é burrice, e Fergie aparece nesse Cd para dar uma ênfase brutal nisso. Entretanto, tambem não deve-se esperar mais do que isso, um conjunto harmonioso entre a pegada tradicional e o vocal equilibrado da senhorita Stacy Fergunson.




    ."Doctor Alibi", com participação de Lemmy MOTHERFUCKER Kilminster, do Motörhead. Eu não esperava outra coisa: com o homem da cartola assumindo a guitarra e o motherfucker Lemmy, o bom e velho Frontman da banda Motörhead nos vocais, não há como algo sair errado. O que sai é Rock, do melhor e mais puro, sem frescuras, rotulações, firulas ou besteiróis. É um soco na boca e uma joelhada no estômago, musicalmente falando, uma mensagem passada diretamente ao cérebro, como Lemmy sempre soube fazer, às vezes mais, às vezes menos. Elegeria como a segunda melhor do Cd, atrás de "Ghost", apenas.


     ."Crucify the Dead", com participação de Ozzy "BatEater" Osbourne. Ozzy mostra que não perde o jeito nunca, mostra que é atemporal, uma lenda viva, conduzindo lindamente o ritmo desta música, na qual , para mim, Slash é, mais do que em qualquer outra, mero coadjuvannte de um excelente vocalista, um imortal do Rock, ainda que faça um belo trabalho, porém previsivel, em seu solo. A música traz uma atmosfera meio "gótica", rústica, sempre trazendo à tona os bons tempos de Black Sabbath e de algumas coisas que você ja possa ter ouvido dentro do Gothic Rock.Um dos pontos altos do álbum.


        


      E é isso, esses são os pontos altos do CD, em minha humilde e leiga opinião. Avalio como um não-entendor da parte "técnica" da Música. Não sou gabaritado para ficar reparando se esse ou aquele acorde se encaixa esteticamente no que é considerado bonito, não sou habilitado para saber se tal timbre é, realmente, adequado para a música. Apenas avalio o que cada música me fez sentir ao ouvi-la, e é essa a sinceridade que tento passar através de minha postagem. Espero que alguem que leia se identifique. Aos demais, é aquela velha história: "gosto é que nem ânus..."

sábado, 3 de abril de 2010

      Não sou verdade absoluta, nem plena mentira. Não sou a alma que se atira no fosso negro da ilusão, nem a alma que morre em vida ao escolher estar morta. Não sou o perdão, nem o carrasco. Não sou o medo, não sou o delírio, não sou a confissão de morte prostrada perante o confessor. Não sou aqui, mas tambem não sou lá. Talvez não seja a leste e nem a oeste, e tambem não sou o norte de ninguem, talvez nem o meu próprio. Não sou o pecado espiado através dos olhos do pecador e, muito menos, a salvação observada pelos olhos do puro de coração.
      Tão fácil dizer quem não sou, tão dificil dizer quem sou. Pois eu mudo. Sou um agora, sou outro depois, sou este hoje e aquele, amanhã. Sou um milhão dentro de mim mesmo, em cada atitude, cada pensamento, cada vontade, cada revolta, cada insatisfação, cada dúvida, cada angústia.  Sou um, e o medo me torna outro. Sou medo, e a paixão me muda novamente. Sou paixão, e o tédio me transforma em mais uma parte (ir)relevante. Quem sou, quem não sou, quem posso ser e quem fui, cada coisa dessas, uma onda translúcida em um mar revolto de caos. Sou o orgulho, sou a inconstância, sou as mil faces do Coringa, sou a parte boa da alma má, e tambem sou o lado negro da alma boa. Quem me dera ser um, quem me dera não ser fragmentado e tão singular. Sou mais do que ontem, menos do que amanhã, e exatamente igual ao que gostaria de (não) ser.
      Matheus é orgulho? Certamente. Matheus é desconfiança? Indubitavelmente. Matheus é paixão? Quando despertado, sim. Matheus é amor? Tão raro quanto uma estrela brilhante não ser notada no céu solitário. O fato maior É: Matheus continua sendo, em essencia, apenas UM, mas, ele será para voce o que voce despertar nele.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

"Prayer Machine"

Bem, extrema falta de criatividade diária e resolvi postar mais uma música minha, mais tarde(ainda hoje) vem algo diferente.


"The Prayer Machine"



Looking a world in flames
Divided by the shadow of fear
So many thoughts to share
The silent bird of freedom
Caged by the vanity
The blue sky through thw window
Blackened by the insanity
Yeah, where the truth became the lie
Yeah, when in found the thing that
Pass me by
That pass me by
That pass me by
Save me from this blazing place
Where i lose my dreams
And where i hear all the screams
Lying prayers

REFRÃO:

You pray for the money
You pray for the grace
You pray for the fun
You pray for your race
You pray for the morning
You pray for the fame
You pray for the night
And all that you became
Is the pray machine
The pray machine
The pray machine
Ilussions are your gasoline


Fire, fire in the sky
Burning the clouds, cleaning the wounds
Of a decadente humanity
The world is falling, my friend
And doesn´t hope to meet the end
The place is here and the time is now
Breaking down, breaking down
In the finish line, we pray together
Crying blood and waiting in our knees
Santified by  the wicked glory
Lying prayers full your mind
With the warm of the corruption
Pollution, pollution
Say your prayers!


You pray for the money
You pray for the grace
You pray for the fun

You pray for your race

You pray for the morning

You pray for the fame

You pray for the night
And all that you became
Is the pray machine
The pray machine
The pray machine
Ilussions are your gasoline


You pray for the money
You pray for the grace
You pray for the fun

You pray for your race

You pray for the morning

You pray for the fame

You pray for the night
And all that you became
Is the pray machine
The pray machine
The pray machine
Ilussions are your gasoline

sexta-feira, 19 de março de 2010

"The One Man Army"

Falta de criatividade, postando mais uma recém-criada letra minha.


Chama-se "O exercito de um homem".


"The One Man Army"



Well, I'm back 
For the last round, baby 
Ready for the last march around 
Sacrifices on holy ground 
My heart is an indestructible armor
Can you feel the same way?
 I'm waiting for the tidal wave
 To wash my sins away 
And i dont care if you dance on my grave
Are you ready to pray? 
Start to pray 
Start to pray 
You will die, my friend 
So start to pray



REF: 
Cause i´m the one man army
And you can´t take down me   
Witness of the battlecry 
Bad machine in stand by
Endless suffering 
When my heart is burning 
Let alone the fucking lies 
And know that I am ready to die





Ashes to ashes we live 

For the blade of flames die 
Marching and dancing over bones 
We see the fire falling from the sky
Memories can be slow poison
When we are in the middle  of the war 
But I'm more than a soldierI am the one who fell from a star 
Watch your world collapse violently 
About the feet of a condemned giant 
And we will change the history of combat 
We will be eternal for more than a moment 


REF 2 x










E, agora, a minha setlist de hoje.


1.Saxon- Going Nowhere Fast
2.Saxon- Wheels of Steel
3.Motörhead- Whorehouse Blues
4.Lynch Mob- Smoke and Mirrors
5.Paul Shortino´s The Cutt- Sacred Place
6.Monster Magnet- Space Lord
7.WASP- Into The Fire
8.Ratt-Best of me
9.Metallica- The Unforgiven
10.Angra- Rebirth

quinta-feira, 18 de março de 2010

"The Last Night"

Dedicada à Schay, que ficou de vir postar e nem veio( mas a dedicatória continua.rs) e à Karina( K.)




The Last Night











A little bit of Whiskey
With the bitter taste of tears
Over dreams and broken hearts
We just rest and hide our fears
I only want for the word
Silenced by the pain of the moment
Screa. within yourself
Yeah, within yourself in this time
How this can be a long night
Even if the last
Just forget all the anger
What was lost in the past
Love is enough
If you feed the fire inside you



And I can live for the moment
No more regrets for today
The night is our, small child
I just want you to be my way
Be my way
Just for today


So easy to feel numbed and tired
As a dreamer who has lost everything he desired
When love turns into ice
And the pain come in twice
It is in your lap that I take refuge
To keep always the good times
And live, live with me as if forever
Even if it's the last night
And last night does not end
No, not end
All love will be forever
In every moment we live together



And I can live for the moment
No more regrets for today
The night is our, small child
I just want you to be my way
Be my way
Just for today




And I can live for the moment
No more regrets for today
The night is our, small child
I just want you to be my way
Be my way
Just for today